sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
SEJA UMA ÁGUIA
Então, a águia só tem duas alternativas: morrer... ou enfrentar um doloroso processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo. Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos.
A vitória é para os que têm coragem e não sentem pena de si mesmos!
Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor. Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz...
SEJA UMA ÁGUIA!!!
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
e a minha externa frieza
nao sejam pário para o
amor que sinto pelos que
me cercam e para a esperança
de poder dar a alguem o
que tenho trazido
dentro do peito durante
tanto tempo...
Quando me machuquei
nao pedi ajuda por nao saber
pra quem, e quando sorri so
pude dividir comigo mesma.
Por isso de todos os amores
que vivi o mais intenso
foi o primeiro,
mas o ultimo eh sempre
o mais real.
É pra ele que
eu entrego as cicatrizes do
meu peito ferido
de tanto sofrer escondido,
esperando que se cure de vez
o coração de carne que
se fez pedra para conseguir
transpor tanta hipocrisia...
E do mundo já nem sei,
dos outros pouco conheço.
Eu só preciso saber que
dos amores que tive
você é o último..."
Érika Melo
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Não ia postar fotos no blog...
Então posto aqui o meu mais novo tesouro... "Alfredo".
Pra ler e reler...
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Durante toda a minha vida, entendi o amor como uma espécie de escravidão consentida. É mentira: a liberdade só existe quando ele está presente. Quem se entrega totalmente, quem se sente livre, ama o máximo.
E quem ama o máximo, sente-se livre. Por causa disso, apesar de tudo que posso viver, fazer, descobrir, nada tem sentido... ou tem?
Mas que bobagem é essa que estou dizendo? No amor, ninguém pode machucar ninguém; cada um de nós é responsável por aquilo que sente, e não podemos culpar o outro por isso.
Já me senti ferida quando perdi as pessoas pelas quais me apaixonei. Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém. E o mais legal que se aprende nisso tudo: “Não acredite em pessoas que se complementam. Acredite em pessoas que se somam.”
Essa é a verdadeira experiência da liberdade: ter a coisa mais importante do mundo, sem ao menos possuí-la.
PS: É... acho que esse “negócio” de me apaixonar de novo ta me fazendo bem...
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
"Embora meu objetivo seja compreender o amor, e embora sofra por causa das pessoas a quem entreguei meu coração, vejo que aqueles que me tocaram a alma não conseguiram despertar meu corpo, e aqueles que tocaram meu corpo não conseguiram atingir minha alma..."
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Velho Almirante
Em nossas vidas o vento que rege nossa vida é o tempo. Temos que saber utilizá-lo a nossa favor, temos que colocar nossa mente em conjunto ao nosso tempo. Haverão tempestades que terão que ser velejadas ao longo de dias, e para isso temos que ser pacientes para a abonança. Para isto não basta só viver o dia em que se está, é necessário viver o futuro. Visualizar o horizonte que está a frente para que não percamos o rumo.
Ser comandante da sua vida não é uma tarefa fácil. A responsabilidade que temos sobre o barco em que vivemos, sobre as decisões que tomamos. Mas se engana quem diga que a vida é difícil. Navegar é um ato de tomada de decisões, precisamos saber aproveitar as oportunidades que nos aparece ao longo de nossa vida. Temos que olhar bem não só o horizonte mas ao redor, para ver as rajadas que se aproximam. Nas tempestades, cautela é sempre necessário é precisamos contar com nossa tripulação
Muitos dizem que é na tempestade que se encontra os problemas, mas é nas tempestades que se encontram as soluções. Durante a tempestade a tripulação aprende a controlar o barco e enfrentar as mais diversas situações. Não estranhe se fizer uma comparação, ser feliz é também ser triste. Tempestade por tempestade vamos conhecendo nosso barco, e como trimar as suas velas. Dificuldade por dificuldade é quando vamos crescendo com nossos erros.
Certas horas da nossa vida, temos que simplesmente velejar com o tempo, não adianta tentarmos insistir em bordos que são negativos. Nas tempestades o barco se cansa, mas na abonança podemos repará-lo e deixá-lo mais forte.
Acredite para sermos felizes temos que ser tristes. Ser triste é um dom. Ser triste não é desistir, deixar as velas panejar. É fazer até mesmo as velas se rasgarem para aprender a repará-las. Estar em um tempestade muitas vezes é dar um bordo para trás para fugir um pouco dela.
quarta-feira, 30 de abril de 2008
As moças da vida
As Moças da Vida
Não sei falar sobre Deus, não o imagino como um velhinho de barba branca com túnica azul-clara. Mas eu sei que existe uma energia que move o mundo e essa energia me ajuda a perceber as coisas boas da vida, e essa percepção acolhe minha alma e faz de mim uma pessoa mais feliz e confortada.
Outro dia fui ao dentista na Avenida Brasil na altura do número 1700, desci do ônibus, na Praça da Liberdade e resolvi passar por dentro pra cortar caminho e porque a Praça da Liberdade é lindíssima.
Passei por um canteiro de rosas vermelhas, que pareciam de veludo, tão vermelhas quanto o batom que a Madona usava nos anos 80. Vermelho sangue, vermelho vivo.
O canteiro estava repleto das rosas e eu fiquei maravilhada com a cor, com a beleza e perfeição. Parei, olhei, cheirei... Pronto! Deus existe, decidi. Deus está dentro de mim, é parte de mim, quando eu consigo ver uma rosa e me sentir feliz e agradecida, sei que é a minha parte divina se manifestando.
Saí do dentista, atravessei a Avenida Brasil e entrei numa padaria. Sentei no balcão e a moça do outro lado sorriu pra mim, me deu um bom dia caloroso e disse: o que vai querer minha querida? Tem pão-de-queijo fresquinho, quer um? Ou você prefere um pastel que acabou de sair? Pode sentar, fique à vontade.
Olhei pra moça ressabiada, com cara de elevador (aquela cara que fazemos dentro de um elevador cheio de estranhos). Fiquei boba, chocada, como diz uma amiga. Fiquei agradecida por ela existir, por ela sorrir pra mim, por ela me acolher. Fui servida e fiquei observando a moça enquanto eu comia, ela tratava todos que chegavam ao balcão de uma forma tão carinhosa que me emocionou. O meu vizinho de banco foi chamado pelo nome, descobri que ele era freguês antigo e perguntei a ele se a "moça-sorriso" era sempre assim, ele disse que em muitos anos como freqüentador da padaria, somente um dia a viu cabisbaixa, foi quando a mãe dela faleceu.
Meu pão-de-queijo estava delicioso e o café também, mas a comida é reflexo da atenção da moça com os clientes. Delícia é ser tratada com educação e respeito. Não sei o nome dela, não sei onde mora, e nem o que faz. Mas sei que assim como eu, ela tem problemas infinitos, mas quando ela acorda todas as manhãs, ela escolhe sorri pra vida e para os clientes. Ele fez o meu coração vibrar.
Outra moça que conheço que me faz feliz é caixa do Banco Itaú que fica ao lado da empresa em que traabalho, na Raja Gabaglia, altura do número 4000. Quando eu recebo meu salário, tenho opção de pedir pra alguém que está indo ao banco trocar seu cheque, trocar o meu também, mas eu prefiro ver a moça, fico na fila esperando ser atendida por ela, que me atende sorrindo, os olhos dela falam,ela trabalha com educação e amor, e dá vontade de ficar perto dela. Uma vez eu disse a ela que eu gostava de ser atendida por ela, só pra ter o prazer de vê-la sorrir (ela só fica sorrindo), e ela respondeu que a vida não tem sentido se deixarmos ser contaminados pelos problemas, me disse que tem problemas, mas eles são mais fáceis de se resolver se ela está sorrindo.
Assim como a moça da padaria e a moça do Itaú, existem um monte de moças e moços nessa vida que são luz, e o mundo seria melhor se sorríssemos como eles.
Existem opções em nossas vidas, porque temos o direito de escolha. Abro os olhos todos os dias e posso traçar o meu destino. Sorrir ou chorar? Brigar ou Amar? Agradecer ou reclamar? É uma escolha. Eu escolho procurar ser uma moça da vida e vender sorriso, minha cordialidade e meu respeito em troca de um mundo melhor.
Carol Sales
quinta-feira, 17 de abril de 2008
E o mundo completamente fora dele mesmo…
E o mundo completamente fora dele mesmo…
Era uma vez... uma menina de 5 anos que foi jogada da janela, ainda com vida pelo pai e pela madrasta. Se ainda não provaram ou se alguém ainda tem duvidas, liberdade de expressão. O que me motiva a escrever esse texto é que realmente essa historia não se encaixa em um conto de fadas, nem no que aprendemos na escola e muito menos em um País onde vivem seres humanos, e não dinossauros. Alias, por mais que os dinossauros fossem ferozes acho que nunca ouvi dizer que eles assassinavam seus filhotes. Como entender uma anomalia humana desse porte? Eu diria que o capeta mora ao lado, mais específico na casa daquelas pessoas, ops, daqueles anormais. Vi em uma matéria no Discovery Channel, há algum tempo atrás, que pesquisadores americanos tentavam analisar mentes assassinas. Chegaram à conclusão que talvez esse instinto tão maldoso venha de um cérebro mal desenvolvido, na minha opinião, cérebro? Ah, eles não tem isso.
Conversando com a minha mãe hoje chegamos à conclusão que nem aquele hamster fedorento que a minha sobrinha cria eu teria coragem de jogar pela janela. Soltá-lo-ia se me irritasse muito, mas jogar não. Jogar bola, voley, futebol, não seria isso o que as pessoas deveriam “jogar”? Aonde iremos chegar é que eu não sei, e sinceramente... não quero estar aqui pra ver. As pessoas perderam o bom senso, as pessoas perderam a noção. As pessoas perderam o AMOR. Não generalizando claro, mas o que é o amor? No dicionário: “Afeição viva por alguém ou por alguma coisa: o amor a Deus, ao próximo, à pátria, à liberdade.”
Contraditório, não?! Quem ama não mata. Quem ama quer a liberdade, e não ser preso. O problema e que ninguém mais sabe o que é o amor... O “eu te amo” se tornou muito fácil de ser dito... e muito mentiroso também!
Pela primeira vez na vida não consigo terminar um texto... e sinceramente, sem vontade alguma de termina-lo. Sabe por quê? Porque as pessoas se acostumaram com o fim, e não lutam, não gritam, não choram... Porque se calar se tornou fácil demais... Porque o “tempo” resolve tudo, e só o tempo cura, e para mim, o tempo, é a desculpa dos covardes e hipócritas, que tem medo de lutar e enfrentar.
Mas enfim... o medo virou nosso melhor amigo e ninguém faz nada... Pelo visto, vai continuar sendo, afinal, um assassino mora ao lado, aqui na minha cidade e a única coisa que consigo sentir nesse momento é raiva. Raiva. Muita raiva por 17 tesouradas esquecidas por uma justiça... Agora, não se trata de tesouras. Mas de pele, braço, mão...
Sem conseguir terminar esse “texto”, fica aqui a minha revolta... por eu ser também, mais uma brasileira inútil.
sexta-feira, 28 de março de 2008
Esses dias lendo a bíblia me deparei com algo fantástico... Pense nisso, Sempre!!!Perfeito e Verdadeiro!!!
'Acordo. Ou melhor, sou retirado de um turbilhão confuso de pensamentos e lembranças que precisariam de mais umas quatro horas para que fossem chamados de sono pelo blá blá blá longínquo de um locutor de rádio que saía do rádio-relógio mal sintonizado. Entre isto e acordar há um abismo de diferença.Sento na cama. Imediatamente o quarto dá uma volta completa em torno do que restou do meu fígado e eu lembro que estou de ressaca. O giro do quartosomado à sensação de que estou vestindo uma meia de algodão na línguaestimulam o meu primeiro pensamento lúcido do dia, e talvez um dos únicos:puta-que-pariu.
Depois de deitar e levantar umas 10 vezes, em uma dúvida cruel entre pedirdemissão para dormir mais um pouco e chegar até o chuveiro para salvar o meu emprego, decido manter-me no mercado de trabalho e vou cambaleando até o banheiro.Faço uma parada no corredor e tomo 750 ml de água no bico da garrafa térmica. Os 250 ml restantes escorrem pelos cantos da boca molhando a minha camiseta 'Jânio Quadros Prefeito 85'.Chego até o espelho do banheiro, vejo o meu reflexo com um misto de pena euma expressão do tipo depois-eu-converso-com-você-mocinho. Dou aquelachecada no pânceps - aquele músculo logo abaixo do abdômen -, mas nem me dou o trabalho de encolhê-lo. Preguiçosamente começo a escovar os dentes.A secura da desidratação alcoólica molhada pela água há pouco ingerida formaram uma gosma espessa de cuspe que em contato com a pasta de dentes começa a produzir uma quantidade inominável de espuma na minha boca.Depois de quase engasgar, entro no chuveiro determinado a tomar um banhogelado.Mas ainda não foi desta vez. Eu tenho alguns pensamentos recorrentes quando estou de ressaca, como a obrigação auto-impingida de tomar um banho frio, parar de fumar pelas próximas três semanas, e outras mais comuns.
É claro que, como toda promessa de ressaca, no dia seguinte você está fazendo tudo de novo.Mas uma coisa que eu nunca consegui foi tomar banho gelado para curar bebedeira. Claro que não estou contando aquele banho de roupa que sua mãe(ou avó, ou tia, ou namorada, ou irmão) te deu quando você tomou o primeirofogo.Ah! O primeiro porre! Este passaporte de entrada para um universo que começa em euforia, termina em arrependimento e tem uma complicada contabilidade de horas de sono no meio. Este universo com o qual você vai conviver durante toda a sua vida adulta, só saindo dele através de um SIM proferido em uma igreja, templo, mesquita, ou qualquer que seja o foro apropriado da sua religião. E olhe lá!Este universo que você só vai perceber quando for tarde demais, consome todoaquele dinheiro do plano de previdência privada que você nunca fez, apesardas constantes investidas da sua gerente do banco.Quando volto a mim, ainda estou debaixo do chuveiro com os olhos fixos em nada, divagando sobre estas e mais uma porção de outras bobagens. Recomeço a função mecânica matinal, um tanto prejudicada por um conflito inequívoco de hardware.Ao lavar os olhos, só consigo deixá-los mais vermelhos, já que com tão poucas horas de sono o corpo nem deu tempo de produzir remela (ou ramela, eu nunca sei) suficiente.Em compensação o nariz trabalha incessantemente produzindo cacas enormes, escuras e malcheirosas que dão um prazer imenso de tirar, produzir bolinhas, e dispô-las com um peteleco. Não me recrimine, o banheiro servepara essas coisas. Feio é fazer no trânsito...No meio do banho, eu olho para ele. Ele quem? Ele, oras. O seu companheiroque neste momento está encolhido, ensopado, sujo e mal-humorado (sim, ele tem humor!). E aí você começa a lembrar da noite anterior. E aí começam osseus problemas.A coreografia de 'Ganso do Sargentelli' que você fez para as amigas da suaprima.Aquela hora que você acreditou piamente que era o cara mais bonito do lugare ficou trocando olhares com todas as mulheres - você de sedução, elas, dedesprezo ou piedade.Aquele beijo que você tentou arrancar a força da garota mais feia do lugar,e não conseguiu.E finalmente, aquele momento em que você se tornou milionário, pediu umagarrafa de Taittinger para brincar de pódio de Fórmula 1 (cantando tã tãtã!) e encerrou a noite deixando o restante do seu salário em um prostíbulode luxo, não sem antes tentar sexo gratuito com todas as 'amigas' da casa(afinal de contas você ainda era o cara mais tesudo da cidade). Daí parafrente, só o que você vai sentir ao longo do dia são pequenas dores-morais efísicas, causadas pela noite anterior.A taquicardia provocada pela quantidade paquidérmica de energéticos que vocêingeriu, o telefonema da sua gerente do banco dizendo que só aumenta o seujá estourado limite se você fizer o tal do plano de previdência, uma vontadeincrível de ir ao banheiro para um número 2 que você segura porque não há bidet no escritório e você também não quer interditar o toalete, e o maço decigarros todo úmido e amassado que você insiste em manter no bolso mesmo que jure para si mesmo que vai parar de fumar até que, depois de fingir que trabalhava o dia inteiro, chega o final do expediente, toca o telefone e você ouve aquela voz familiar:
quinta-feira, 27 de março de 2008
ORKUT X EU TE AMO
Como dizia o sabio Mario Quintana "Porque nada de exterior me acontece…Mas, Em mim, na minha alma, Pressinto que vou ter um terremoto!"